Algumas das pessoas mais célebres da história da humanidade. Imagem de internet

Eventos marcados pelo Brasil (segundo o jornal O Tempo, de BH)

30 cidades aderiram:

RJ: Rio de Janeiro, Macaé e Petrópolis.
MG: Belo Horizonte, Ouro Preto e Juiz de Fora.
SP: São Paulo, Atibaia, Campinas, Araraquara, Ubatuba.
ES: Vitória.
PR: Curitiba e Paranaguá.
SC: Brusque e Florianópolis.
RS: Porto Alegre, São Leopoldo, Pelotas e Rio Grande.
MS: Dourados.
GO: Jataí e Goiânia.
DF: Brasília.
BA: Salvador.
PE: Recife.
PB: Campina Grande.
CE: Quixadá e Sobral.
MA: Imperatriz.

Existe ser mais especial na vida de você (internauta) que sua mãe? Há autor(a) mais espetacular que Clarice Lispector? Existe cientista mais brilhante que Marie Curie? Pode ser que sua resposta seja sim para algumas dessas perguntas. Mas questionamentos como esses deveriam trazer à luz do porquê de as mulheres ainda serem inferiorizada nos dias de hoje. Vítimas, boa parte das vezes. Os conceitos para isso são culturais e religiosos, mas nenhum plausível.

Sabe-se que até no reino animal irracional, o macho é o líder na maioria das vezes. Contudo, há exceções. Em grupos de hienas, elefantes e abelhas são as fêmeas que ditam as regras.

Mobilização é uma forma de mudar um suposto paradigma. “Quando sonhamos juntos, é realidade”, já dizia Raul Seixas.

As mulheres são 51,4% da população brasileira, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E na quarta-feira 8, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher “milhares delas sairão às ruas para mostrar a maridos, chefes, parentes e amigos como seria um dia sem a presença do gênero feminino em casa e no local de trabalho. Essa é a ideia que move a grande ‘Greve Internacional de Mulheres’, marcada para acontecer em pelo menos 35 países, inclusive o Brasil”, informou o jornal O Tempo, de Belo Horizonte.

Ouro Preto (OP), em Minas, aderiu ao movimento conforme a relação das cidades brasileiras onde se dará a manifestação.

Ainda segundo o jornal, “a página 8M Brasil, no Facebook, que organiza e divulga o movimento no país, já tem mais de 7.000 curtidas e, de acordo com a administradora do perfil, Mariana Bastos, o evento mundial servirá como protesto e denúncia a todas as formas de violência e abusos contra as mulheres: o feminicídio, a desigualdade, a exploração no trabalho e na economia, e a desumanização feminina”.

Dados do jornal dão conta de que se elas pararem, o país também pararia. “As mulheres respondem pelo sustento de mais de um terço das famílias brasileiras (37,3%) e ocupam a maioria dos postos de trabalho em entidades sem fins lucrativos (55,1%), órgãos da administração pública (58,9%), saúde e serviços sociais (73,3%), educação (66,6%) e alimentação (57,6%)”.

“De acordo com Mariana, a ideia foi inspirada diretamente no Dia de Folga das Mulheres, realizado em 1975 na Islândia, quando 90% delas se recusaram a trabalhar, cozinhar e cuidar das crianças por um dia para pedir mais igualdade de salários e de direitos”, informou o periódico.