O internauta pode ajudar depositando na conta bancária de Edilene dos Santos Supriano: Banco Itaú – conta poupança 0590, agência 13415, dígito 1, operação 500.

Ou doe por meio do site Vakinha.com.br

Uma mãe desesperada que pede a ajuda de internautas para dar fim ao sofrimento de sua família. Seu nome é Edilene dos Santos Supriano (29). Ela nasceu em Mariana (MG) e atualmente mora no bairro Bonsucesso, em Belo Horizonte. O filho dela, de 9 anos, tem tumores nos ossos que causam dores e estão espalhados pelo corpo. Nos momentos mais críticos, ele precisa faltar às aulas e andar de muleta.

Os tumores estão espalhados pelo corpo do garoto de 9 anos. Foto: arquivo de família

O problema dele, na verdade, são dois: encondroma e osteocondroma, doenças ósseas raras pouco conhecidas até por muitos médicos. No caso de Richard Kaylan Santos Supriano, o filho de Edilene, o problema mais grave é pelo fato do osteocondroma ser múltiplo. Por causa disso, segundo especialistas, a doença pode evoluir para um câncer nos ossos.

Não há tratamento por meio de medicamentos, só por cirurgias.

A doença do garoto é evidente em partes do corpo dele. É como se “ossos extras” quisessem saltar por entre a pele (veja as fotos da doença em Richard nesta página).

Há quase dois anos, ela espera pela terceira cirurgia do filho no Hospital da Baleia (em BH). Richard precisará fazer, ao longo da vida, de cinco a sete procedimentos cirúrgicos ou até mais.

Contudo, a falta de repasse de verbas, dos governos estadual e federal, tem feito vários hospitais do estado de Minas Gerais suspenderem exames e cirurgias que seriam feitos por meio do SUS. A crise na saúde mineira é gravíssima. No Baleia, uma das cirurgias adiadas é a de Richard, que deveria ter acontecido há 1 ano e 5 meses.

Os tumores estão espalhados pelo corpo do garoto de 9 anos. Foto: arquivo de família

O sofrimento da família de Edilene vai além da doença do filho. A marianense e seu marido estão desempregados. Ela há dois anos, e ele há um ano.

“Procurei ajuda de todas as formas: no hospital, com políticos, nos jornais de Belo Horizonte e nas TVs”, diz ela, salientando que houve uma única reportagem na Rede Minas (veja o vídeo no fim desta matéria).

O jogo de empurra é uma realidade brasileira que aumenta o drama de Edilene. Procurada pelo Minuto Mais, a assessoria de comunicação do Baleia diz que o hospital não se nega a realizar cirurgias determinadas pelo SUS, e que o problema é da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte ou do Estado que, por algum motivo, não repassou o pedido de cirurgia. Estranhamente, a assessoria afirmou que não há crise no Hospital da Baleia.

Edilene manteve contatos com a Secretaria Municipal de Saúde de BH somente para a primeira cirurgia do filho.

Os tumores estão espalhados pelo corpo do garoto de 9 anos. Foto: arquivo de família

Depois da primeira operação, “não há necessidade de autorização da Secretaria de Saúde de BH por ser continuidade do tratamento”, esclarece ela.

Para dar fim a esse pesadelo, Edilene está pedindo ajuda a internautas por meio do site vakinha.com.br (clique aqui para ajudar). Ela espera conseguir R$ 6 mil para diminuir sofrimento do filho e, finalmente, realizar a cirurgia.

O internauta que não puder ajudar, pelo menos, compartilhe esta matéria para que mais pessoas possam conhecer o drama dessa mãe. O vídeo, a seguir, é a matéria da Rede Minas que conta parte do sofrimento de Edilene e de seu filho Richard: