Érika Passarelli poderá ter condenação superior a 10 anos

O promotor Cristian Lúcio da Silva, responsável pela acusação da ex-estudante de direito Érika Passarelli Vicentini Teixeira, informou que irá pedir condenação superior a dez anos de prisão para a ré, por homicídio duplamente qualificado, motivo torpe e dissimulação.

PUBLICIDADE
WhatsApp Minuto Mais

Passarelli é julgada nesta segunda-feira, dia 10, acusada de planejar a morte do próprio pai. Conforme o Ministério Público Estadual (MPE), ela mandou matar Mário José Teixeira Filho, de 50 anos, para receber o seguro de vida de R$ 1 milhão. O crime do qual ela é acusada ocorreu em agosto de 2010.

A defesa da ré, no entanto, alega que não há provas contra a acusada e informou que irá trabalhar com a ausência de provas que comprovem a culpabilidade. Conforme o advogado Zanoni de Oliveira Júnior, sua cliente está sendo acusada exclusivamente por ser a única beneficiária das apólices. Contudo, o promotor garante que há provas suficientes no processo para condenar Passarelli e seus cúmplices.

O julgamento da ex-estudante de direito começou no início desta manhã, no Fórum Edmundo Lins, em Itabirito, região Metropolitana de Belo Horizonte. A sessão é presidida pelo juiz Antônio Francisco Gonçalves e a expectativa é que a sentença seja conhecida até o fim desta noite.

O destino da ré será decidido por quatro homens e três mulheres, que foram selecionados para integrar o Conselho de Sentença. No início do julgamento, a defesa da acusada reclamou que não havia nenhum promotor da comarca de Itabirito, uma vez que todos estão em férias. Mas o magistrado mandou prosseguir com o julgamento.

Relembre o caso

Hoje em Dia